justin: Desculpa por esperar chover!
eu: Valeu a pena.
Justin P.o.v
Estávamos só nos dois ali, naquele momento perfeito apenas a chuva que descia do céu nos presenciava, o nosso beijo tão intenso mais tivemos que parar pela unica coisa que o ser humano mais precisa pra viver "AR".
eu: Temos que entrar essa chuva esta ficando forte Jus.
justin: Tudo bem, vamos - segurei em sua mão e fomos para dentro.
eu: Vou trocar de roupa a minha esta encharcada.
justin: Tudo bem eu coloquei sua mochila no quarto de hospedes também vou me trocar.
Assenti e subi as escadas entrei no tal quarto de hospedes e tudo como pensei a família de Justin tinha um ótimo gosto para decoração tudo sempre bem refinado, caminhei ate a enorme cama e peguei minha mochila a abri e tirei de lá um shorts pequeno colado e curto, tirei minha blusa e vesti uma regata preta, desci e encontrei Justin na sala sentado no sofá.
eu: Você não esta com fome?
justin: Um pouco e você?
eu: Também vamos ate a cozinha ver oque tem - fomos para a cozinha.
justin: Tem algumas coisas aqui - disse revirando os armários.
eu: Que tal uma macarronada?
justin e eu dissemos em coro.
" E meu prato preferido"
Dito isso nos encaramos por alguns segundos e começamos a rir feito dois idiotas.
justin: Seria ótimo!
eu: Ok.
Comecei a fazer a macarronada e em alguns minutos o cheiro da ecoava por toda a cozinha.
justin: Hm o cheiro esta ótimo - disse sentado junto ao balcão.
eu: Então vamos tirar a prova real, somente o cheiro não basta! - rimos.
justin: Só se for agora. - disse me sentando a mesa.
eu: E ai como esta? - disse me sentando.
justin: Uma delicia - disse com a boca cheia.
eu: Ai que horror esta estragando minha macarronada - gargalhamos
justin: Viu só, nós pensávamos ser totalmente opostos mas a verdade é que somos mais parecidos do que você imagina.
Justin P.o.v
eu: Você apronta demais com esse Alfredo e coitado do Kenny ! - ela disse revoltada.
justin: Eles são uns manés.
eu: Você é mal.
Eu: Só um pouco. Essa comida estava realmente deliciosa.
eu: Obrigada.
justin: Foi você que fez mais o da minha mãe e ainda melhor.
eu: Como eu disse, mau - rimos.
Justin P.o.v
eu: Então, sua família vem muito aqui ?
justin: Sim mas... eu não quero falar sobre isso agora.
eu: Por que não ?
justin: Por que tem outra coisa que eu quero fazer agora. - exclamei mordendo os lábios.
eu: Justin...
justin: Eu não consigo mais me controlar Brennda.
A euforia tomou conta do meu corpo, segurei a Brennda abaixo dos braços empurrando seu corpo contra a parede da cozinha. Suas coxas estavam presas a minha cintura e nossos lábios travavam uma batalha interminável. Apertei sua coxa com intensidade e ela colocou a mão na minha nuca puxando meu cabelo com muita força logo em seguida, aprofundando aquele beijo que já era honestamente, selvagem.
Puxei ela até o corredor sem parar beija-la, estava caminhando lentamente com as pernas bambas já que ela ainda se encontrava encaixada perfeitamente em minha cintura. Alguns passos a frente e encontrei a porta do meu quarto aberta, entrei colocando-a na cama e fechando a porta logo em seguida. Quando me virei ela já estava sem a camiseta e tinha acabado de jogar o short em qualquer lugar daquele quarto. Tirei uma camisinha da minha escrivaninha desesperadamente e logo em seguida a arranquei também mordendo os lábios ao ver o quanto o seu corpo da Brennda era perfeito.
Caminhei até a cama apenas de box e subi em cima dela sorrindo , ela sorriu de volta e eu comecei a beijar seu pescoço com muita intensidade, minha mão foi pausada lentamente no feche do seu sutiã e em alguns segundos eu encarei aquele par de seios chocados demais para dizer a ela o quanto eram perfeitos. Voltei a beijar seu pescoço dessa vez dando um chupão que deixou aquela parte avermelhada, Brennda sorriu indicando que não era demais e então desci um pouco parando em seus seios aonde eu distribui alguns beijos, depois chupei o seio esquerdo como se estivesse mamando e ela gemeu alto. Fiz a mesma coisa no seio direito e ouvi o mesmo gemido. Depois senti suas delicadas mãos no meu tórax passarem pela minha barriga em forma de carinho.
Direcionei minha cabeça para cima parando em sua boca e então senti seus doces lábios macios encostarem nos meus em um choque elétrico que eu nunca vou conseguir explicar. Ela passava as mãos delicadamente pelas minhas costas enquanto nos beijávamos agora calmamente, como duas pessoas que se amam e sem dúvidas eu a amo.
justin: Tem certeza ? - sussurrei parando o beijo , olhando no fundo dos seus olhos.
eu: Eu tenho. - ela murmurou com um sorriso encantador.
Ela puxou meu cabelo mordendo de leve os lábios e eu acabei sorrindo como um bobo de novo. Nossos corpos se colaram novamente, senti seus seios se chocarem contra o meu tórax e uma corrente elétrica invadir o meu corpo depois disso, trazendo consigo um arrepio. Brennda virou se deitando por cima de mim , começou passando os lábios na minha orelha, mordendo o lóbulo e dando leves beijos, me fazendo estremecer totalmente. Ela levou sua mão lentamente até a minha box arrancando-a sem pressa, e eu sorri fraco.
Brennda voltou suas mãos até as minhas costas pressionando ainda mais o meu corpo contra o dela, aqueles beijos eram cada vez mais profundos e em alguns segundos vi minhas mãos dedilharem a barra da calcinha dela, depois apertei alisei sua cocha lentamente fazendo-a arfar entre o beijo e nós dois sorrimos. A intimidade dela latejou e ela se contorceu o que fez com que eu voltasse a dedilhar sua calcinha tirando-a delicadamente, mas ela estava desesperada o suficiente para joga-la para o chão com seus próprios pés. Eu ri daquele ato de desespero e voltei para cima dela passando a língua pelos seus seios e descendo lentamente até a sua intimidade aonde eu depositei um beijo que a fez umedecer e latejar causando arrepios. Ela mordeu os lábios prendendo o som que alguns gemidos fariam.
Dei mais um beijo naquele lugar e logo depois deslizei os dedos no mesmo, dessa vez ela não conseguiu se segurar deixando com que aqueles gemidos ecoassem por todo aquele quarto. Subi novamente beijando sua barriga, seus seios e em seguida seu pescoço e então ela puxou minha nuca segurando meus cabelos e encostando nossos lábios novamente. Era como se precisássemos daquilo pra viver, e de fato precisávamos. Estava tudo tão intenso que eu nem percebi como as mãos da Brennda foram parar no meu meu 'membro ' aonde ela apertou levemente me fazendo arfar. Nossos corpos se colaram e eu senti sua intimidade se umedecer mais ainda ao sentir meu 'membro' tocando-a , minha língua percorria o seu pescoço selvagemente e ela parecia desesperadamente desesperada para aquilo, como se fossemos ficar loucos se aquilo não acontecesse, naquele momento.
eu: Anda logo. - ela disse sem ar , senti sua respiração falha próxima ao meu rosto.
justin: Princesa você tem certeza absoluta de que quer isso ? - perguntei com a respiração ofegante, eu não queria que ela acordasse me xingando e dizendo que eu não deveria ter começado aquilo, que não devia ter acontecido.
eu: Você faz perguntas demais. - ela respondeu puxando meu corpo mais contra si mesma.
Em poucos segundos meu 'membro' começava a cavalgar em sua intimidade, bem lentamente para que pudéssemos sentir todas aquelas sensações. Ela gemia alto o que me dava mais prazer, ela gritava o meu nome e aquilo me deixava louco. Eu tinha medo de machuca-la mas eu não queria parar, eu não queria parar nunca mais. Em pouco tempo as cavalgadas tinham se tornado mais rápidas, sim, em uma velocidade incompreendível . Minhas mãos foram de encontro as dela naquela cama e então entrelaçamos-as em um olhar profundo seguido de um sorriso. Cavalguei mais forte dessa vez e ela gemeu alto apertando mais forte as minhas mãos e mordendo os lábios. Vê-la assim era a coisa mais sexy do mundo, me deixava doido.
Nossos olhares se encontraram novamente, ela sorriu enquanto eu continuava penetrando. Aquele rosto, era ... era tão perfeito. Eu nunca vou me esquecer daquela cena, daquela noite, daqueles momentos. Parte de seus cabelos grudados em sua testa devido ao suor, sua respiração ofegante, sua tentativa falha de encontrar fôlego em meios aos beijos, aquele sorriso, ela gritando meu nome. Foi tudo tão real, foi tudo tão verdadeiro. Suspirei aproximando meu rosto de seu pescoço e gemi lentamente em seu ouvido a fazendo revirar os olhos em um arrepio. Era delirante.
Em alguns minutos chegamos ao nosso ápice quando o liquido quente que foi derramado pelo meu 'membro' entrou calmamente em sua intimidade. Ambos sorrimos, depositei um beijo na sua testa e em seguida um selinho rápido em seus lábios e depois caímos cada um pro lado e pegamos no sono.
[...]
Acordei com uma forte luz batendo em meu rosto, abri meus olhos de vagar e passei a mão na cama e senti que Justin não estava mais ali, então me levantei e fui ate a janela onde tinha uma linda vista para o mar, fiquei ali pensando na noite passada como foi tudo magico e sinto uma mão se envolver em minha cintura.
justin: Bom dia princesa.
eu: Bom dia Jus.
justin: Dormia bem?
eu: Como uma criança - disse ainda olhando para o além.
justin: Breh eu queria falar com você sobre ontem - disse a fazendo virar e me encarar.
eu: Justin eu sei que você esta pensando que foi algo do momento pra mim, mais não foi a noite passada foi a melhor experiencia da minha vida e eu nunca vou esquecer isso - disse olhando fixamente para seus olhos.
Dito isso um lindo sorriso se formou em seu rosto, aquele sorriso que matava qualquer garota.
justin: E exatamente assim como eu também me sinto.
eu: Gosto de saber disso.
justin: Não quero ser estraga prazer mais temos que voltar para o hospital, seus pais vão lá hoje te buscar.
eu: Anão mais eu gosto daqui Jus e quero ficar - disse virando para aquela vista maravilhosa.
justin: Calma princesa agente vai voltar!
eu: Promete?
justin: Prometo!
CONTINUA.....








